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FAQ

Perguntas frequentes

As perguntas mais comuns sobre iodo, o protocolo e o funcionamento da plataforma.

01O que é orto-iodo-suplementação?+

É a reposição de iodo em todos os tecidos que o concentram — não apenas tireoide, mas também mama, próstata, ovários, útero, sistema nervoso. Termo cunhado por Guy Abraham.

02Por que precisamos de mais iodo do que há 100 anos?+

Quatro fatores: bromo adicionado ao pão industrial (substituiu o iodato), retardantes de chama bromados em móveis, fluoração da água, e pesticidas com halogênios. Tudo isso compete com iodo nos receptores celulares.

03Alergia ao iodo é real?+

Extremamente rara. O que normalmente é chamado de 'alergia ao iodo' é reação a contraste iodado em tomografia — que é uma reação à proteína do marisco usada no contraste, não ao iodo elementar.

04Iodo causa Hashimoto?+

Não. Hashimoto está associado à deficiência de iodo, não ao excesso. Quando iodo é introduzido em paciente com Hashimoto, o selênio é obrigatório como cofator protetor antes da escalada de dose.

05Quais são os sintomas do detox de halogênios?+

Cefaleia, fadiga, irritabilidade, erupções cutâneas. São sinais de que bromo, flúor e cloro estão sendo deslocados pelo iodo — não é intolerância, é o protocolo funcionando.

06Posso fazer o protocolo sozinho?+

A Iodine é educativa. Recomenda-se acompanhamento médico — especialmente em casos de Hashimoto, Graves, nódulos, gestação, amamentação, ou uso de medicação tireoidiana.

07Qual a diferença entre Lugol 2% e 5%?+

Lugol 5%: 2 gotas ≈ 12,5mg de iodo total. Lugol 2%: dose por gota é menor — ajuste o número de gotas. Iodoral® é a forma em comprimido (mais prática para dosagem precisa).

08Como sei se tenho deficiência de iodo?+

O loading test (Abraham): 50mg de iodo oral seguido de coleta urinária de 24h. Excreção ≥ 90% = suficiência; < 50% = deficiência grave. Brownstein testou >1.000 pacientes — quase todos tinham deficiência.